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CSC e CSM 19 apresentarão as tendências, integração e conectividade para a mobilidade aérea urbana  

Com o objetivo de incluir o transporte aéreo na pauta da mobilidade urbana do Brasil, o Connected Smart Cities & Mobility apresentarão as tendências mundiais, integração e conectividade para esse segmento,  destacando os serviços que já estão em operação no país.

 

Durante o Connected Smart Cities & Mobility, que acontecem nos dias 17 e 18 de setembro de 2019, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, especialistas nacionais e internacionais apresentarão as tendências mundiais para o transporte aéreo urbano, destacando como a integração e a conectividade podem revolucionar a forma de os brasileiros se locomoverem nos próximos anos. Considerando levar os participantes dos eventos a vivenciarem na prática como os serviços de táxi aéreo sob demanda, por exemplo, vêm transformando e revolucionando a mobilidade no Brasil, a organização irá sortear, por meio de uma parceria com a Voom, dois voos para os participantes conhecerem São Paulo do alto, com direito a levar um acompanhante.

Entre os temas do Connected Smart Mobility, Tendências se destaca e traz o conceito MaaS – Mobilidade como um serviço, que visa oferecer aos usuários soluções de mobilidade com base em suas necessidades de viagem. E o desafio na revolução da mobilidade urbana é exatamente esse: construir um sistema que atenda às necessidades e anseios da população, considerando o crescimento populacional nas cidades que, segundo estudo da Organização das Nações Unidas (ONU), até 2050 mais de 70% da população mundial viverá nos centros urbanos, representando um aumento de 2,5 bilhões de pessoas.

São Paulo é um exemplo de grande centro que necessita de mudanças urgente no transporte urbano para atender a atual e novas demandas de locomoção das pessoas. De acordo com um levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) de 2014, o tráfego em São Paulo custou à economia brasileira R$ 69,4 bilhões, em 2013, representando 7,8% do PIB metropolitano da época e podendo chegar a R$ 120 bilhões anual até 2022, ou seja, o tráfego representa impacto financeiro importante na economia, além de ter papel fundamental na saúde e qualidade de vida das pessoas.

E para atender o cenário,  os aplicativos de transporte sob demanda crescem de forma exponencial, como a Voom, que completou dois anos de atividades em São Paulo e atingiu a marca de 100 mil usuários cadastrados no sistema e cresceu 62% em viagens concluídas, com mais de 60% dos passageiros voando em um helicóptero pela primeira vez, resultado das tarifas competitivas para o setor de fretamento de aeronaves e que reflete, ainda, o novo comportamento do usuário de transportes.

 

Novas formas de locomoção
De acordo com os resultados da Pesquisa Origem Destino (OD) 2017 do Metrô de São Paulo, divulgada no dia 3 de julho, o horário do meio-dia se transformou no mais movimentado na Região Metropolitana da capital paulista, com 5,2 milhões de viagens diárias, superando os picos da manhã e da tarde. O destaque do levantamento ficou com as viagens de táxi, que apresentaram crescimento de 414%, saindo de 90,7 mil para 468,4 mil viagens/dia, impulsionadas pela entrada em operação dos serviços demandados por aplicativos, com representatividade de 79% do total de viagens desse modo.

A pesquisa aponta também que o uso do transporte sobre trilhos aumentou 6% entre os mais ricos- que ganham mais de R$ 11 mil, e o total de viagens feitas de automóvel caiu 49% nesta faixa de renda. Já a população de menor renda migrou para o carro e os serviços de táxi por aplicativo: em 2007, o número de viagens de táxi realizadas por pessoas com renda de até R$ 1900 era de 9 mil por dia e, em 2017, o valor saltou para 53 mil. Essa é a sexta edição da Pesquisa OD, o maior levantamento de mobilidade urbana realizado no Brasil e os dados são apurados a cada 10 anos.

Acompanhe o gráfico das viagens por modalidade

 

“Nesse sentido, o CSM debaterá sobre todas as vertentes da Mobilidade aérea, drones e eVTOL, veículos elétricos de pouso e decolagem vertical, com abordagem de como  o Brasil está se preparando para as novas tendências que irão mudar o cenário de mobilidade urbana no mundo; espaço aéreo para transporte de passageiros e encomendas: como a mobilidade aérea irá mudar a densidade e conectividade urbano; políticas para implementação de mobilidade aérea; mobilidade aérea integrada ao planejamento de transporte multimodal, entre outros pontos”, esclarece Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility e diretora executiva da Sator.

 

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